

Lembro-me também de alguns colegas que faleceram em função de acidentes automobilísticos. Não haviam bêbados envolvidos. Em um caso, foi um jovem fugindo de uma infração cometida, que furou o sinal vermelho e pimba, matou um e aleijou outro. Outro caso foi um caminhão que invadiu a pista contrária em uma curva
perigosa - e lá se foram meu amigo e a mãe.

Os casos citados forçam-me a pensar em coisas básicas: para que servem aqueles testes psicológicos que somos obrigados a fazer para obtermos a habilitação para dirigir automóveis? Salsa, creio que foi você quem me disse que o padrão estabelecido para aprovação não é tão claro e, mais ainda, se os testes fossem seguidos à risca talvez não houvesse nem a metade dos carros circulando, poluindo e matando nossos amigos e familiares. Acho que as fábricas de automóveis teriam de reduzir a produção.


Enquanto a poeira não baixa, ligue o carro e deixa rolar The days of wine and roses. Pelo jeito, vinho, agora, só na trilha sonora.
4 comentários:
E a música, cadê?
Enfim, achei minha, hic!, vaga...
O seu texto, sr.Vinyl, é pura realidade aqui no nosso Brasil varonil. Na verdade, não cabe música nesse seu comentário, a não ser que fosse a marcha fúnebre. Jazzigo também é cultura (de trânsito). É isto!
Vinyl:
Enfim, é a realidade. Se concretizarmos a reabertura do Don Oleari bar doce bar - com um espaço generoso para abrigar umas 80 pessoas - pensamos em montar um acordo com um transporte qualquer -taxi, van eticétera - para resolver o lance. Mais confortável, mais seguro, sem os grilos do "dirigiu, não beba" ou vice...Abraço do Oleari.
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