Eis um dos tenoristas que me agradam: Booker Ervin.

O sopro de Ervin, mais pro agressivo do que o cool, sempre me agradou. O seu lirismo é viril ou, de outro modo, sua agressividade sempre guarda um dose de lirismo que equilibra a sua expressão, deixando-a altamente apetecível (pelo menos para esse, como diz Acir Vidal, que vos tecla). As liners notes afirmam que os críticos acusam-no de não contribuir para o ampliar a técnica do instrumento ou de ser apenas mais um que bebe da água coltreneana - para mim, isso é falta de assunto. Quando vocês ouvirem-no ali no podcast Quintal do Jazz constatarão que não há como negar a sua assinatura musical.
PS - Parece que o site que eu indicava para os interessados em discos foi para o beleléu. Quem baixou, baixou, quem não baixou não baixa mais.
2 comentários:
Inicia-se a guerrilha na web. Informação e contra-informação. O Google devora o próprio rabo: Pesquisei e achei um link que tem esse disco: http://www.merkezburasi.com/2008/02/booker-ervin-structurally-sound-1966.html
Eu baixei.
Bem estruturado esse som do Booker Ervin. Até "White Christmas" ficou legal. Hardbop de primeira. Gostei
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