Parece que a rapazeada que é chegada no free download não poderá mais contar com isso. O blogger está limando (ou já limou) todos os links dos sítios que hospedam música e os cambau. Assim sendo, acho que agora vocês só poderão ouvir o sonzinho básico ali nos podcasts (se eles não implicarem com isso também). segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
The game is over?
Parece que a rapazeada que é chegada no free download não poderá mais contar com isso. O blogger está limando (ou já limou) todos os links dos sítios que hospedam música e os cambau. Assim sendo, acho que agora vocês só poderão ouvir o sonzinho básico ali nos podcasts (se eles não implicarem com isso também). Booker Ervin
Estou ouvindo o cd Structurally Sound, gravado entre 14 e 16 de dezembro de 1966. Nesse disco, Ervin divide a cena com o trompetista Charles Tolliver, com o pianista John Hicks, com o baixista Red Mitchell e com o baterista Lenny McBrowne. Hardbop dos bons, com uma pulsação puxada para o blues propiciando um resultado final muito bom. sábado, 21 de fevereiro de 2009
The three sounds
Dia desses, eu e Salsa ouvimos um disquinho - um trio com piano, baixo e bateria - o qual eu gostaria de apresentar aos amigos navegantes. The Three Sounds, ao meu ouvir, é um trio agradável. Daqueles que, pelo menos nesse disco - Good deal (não tenho nenhum outro dos nove gravados) - unem com destreza as bases do jazz: blues e swing, deixando aquele gostinho de "quero mais" que me obrigou a repetir a audição imediatamente depois da primeira.
O trio é formado por Gene Harris (P), Andrew Simpkins (B) e Bill Dowdy (D), meninos que conhecem o terreno onde pisam: o blues e o jazz. Salsa, queixoso como sempre, disse que Harris, lá pelas tantas, cai na mesmice. Opinião com a qual eu não concordo. Acho o pianista até bastante criativo. E Simpkins e Dowldy sabem distribuir o feeling em suas conduções. Essa rapaziada pode ser ouvida também ao lado de Lou Donaldson e de Turrentine.
Vocês poderão comprovar isso ouvindo a amostra ali no podcast Quintal do Jazz ou, caso queiram, curtindo na íntegra no link: HERE!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Tommy Flanagan
Já afirmei, aqui e no Jazzseen, que o piano não é meu instrumento predileto. Tenham claro, porém, que isso não significa que eu não gosto de pianistas, ok? De fato, não sou muito chegado em trios (baixo, piano e bateria). Mas o universo conspira para que esse simples mortal entre em contradição e, de vez em quando, aparece um ou outro disco com essa formação que me obriga a rever meus conceitos. Um deles é uma homenagem a John Coltrane feita por Tommy Flanagan.terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Joshua Redman
Boa tarefa me restou: falar do som dessa fera chamada Joshua Redman (aqui mesmo decantado, em outro momento, por meu parceiro Salsa). Nunca tive o prazer de ouvi-lo ao vivo, mas tenho uma boa discoteca com seus trabalhos. Isso me permite dizer que Joshua é uma das melhores coisas que já aconteceram no território do jazz - e não me restrinjo ao som contemporâneo. A facilidade com que ele manuseia seus saxes é espantosa. É difícil imaginar como um cara tão jovem pode deter técnica e sensibilidade tão impressionantes ao criar seus solos (esse contraste é, diga-se de passagem, um excelente presságio - como ficará esse rapaz dentro de alguns anos? O céu é o limite).
Hoje eu não deixarei nenhum disco em especial, mas um vídeo. Em post anterior, Edú comentou sobre a performance de Joshua e Carter no show em homenagem a Clint Eastwood. Pois bem, busquei no youtube essa passagem genial para o deleite dos nobres visitantes. Vocês poderão vislumbrar um dos grandes momentos do jazz contemporâneo.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Doug Watkins
Deixemos a inveja de lado: não toco, mas tenho ouvido bastante - e muita coisa boa, destaque-se. Um dos últimos discos a que dediquei maior tempo foi Watkins at large, gravado pelo baixista Doug Watkins em 1956. É um daqueles discos que podem agradar até o Predador, nosso xiita intergalático. quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Clifford Jordan & John Gilmore
Pois bem, em 1957 dois jovens tenoristas - Clifford Jordan e John Gilmore - foram lançados às feras (que não estavam ali para brincadeira). Ambos são frutos (de acordo com as liners notes) do programa musical desenvolvido por Walter Dyett (mentor de feras como Ammons, Nat Cole e Benie Green) na escola DuSable, de Chicago. Ou seja, os meninos tinham sido muito bem assessorados e foram para a arena prontos para o embate. O resultado é mais do que bom, se considerarmos a juventude dos solistas, e está registrado no disco Blowing in from Chicago.domingo, 8 de fevereiro de 2009
Jazz contemporâneo?
Mas, dia desses, encontrei outro cd, de outro saxofonista, que, ao meu ouvido, soou com toda a força de uma boa apresentação ao vivo, mesmo sendo um disco de estúdio (destaque-se: eu não assisti o show). Refiro-me a James Carter. O disco é JC on the set, gravado em 1993, tendo como sidemen Craig Taborn (Piano), Jaribu Shahid (Bass) e Tani Tabbal (Drums) - músicos que, vocês ouvirão, impõem respeito.quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Bennie Wallace - o retorno.
O disco é Sweeping through the city, gravado com a companhia do trombonista e maluco Ray Anderson, mais Scofield, Mike Richmond (bass), Dennis Irwin (bass na faixa 7) e Tom Whaley (drums). De quebra, ainda rola o grupo vocal gospel The Wings Of Song. domingo, 1 de fevereiro de 2009
Swinging with Jimmy Knepper
O nome do disco é A swinging introduction to Jimmy Knepper, gravado em 1957. O time que o acompanha nesse exercício introdutório ao swing, um dos pilares do jazz, é de primeiríssima linha: Gene Roland (tp, nas faixas 5, 7, 9), Gene Quill (sax alto nas faixas 1-4, 6, 8 ) , Bob Hammer (piano nas faixas 5, 7, 9), Bill Evans (piano nas faixas 1-4, 6, 8), Teddy Kotick (b) e Dannie Richmond (ds).